sexta-feira, 28 de maio de 2010

Na reta final


Faltando pouco mais de uma semana pro fim da votação - termina no dia 7 de junho - que vai eleger o Torcedor Símbolo do Brasileirão Petrobrás, um bom balanço de campanha já pode ser feito.

Infelizmente, não há maneira de sabermos a quantas anda a tal da votação. O número de comentários deixados pelos votantes no site oficial da competição, o de exibições de nossos vídeos no Youtube, os e-mails recebidos e tal, até podem servir como um termômetro, mas não dão certeza alguma. E isso, claro, aumenta demais a tensão e a angústia, que beiram já o insuportável. Apesar disso, tem sido uma experiência absolutamente deliciosa e inesquecível. Tenho me divertido pra caramba e curtido cada minuto de tudo o que temos vivido nessas últimas semanas. Confesso que terei muitas dificuldades em deixar de fazer disso um meio de vida, se por acaso precisar um dia. É o tipo de coisa que me faz levantar da cama às 6h da manhã, com chuva e frio ou sol e calor, com a mesma boa vontade e o mesmo tesão todos os dias. É bom pra caralho!

No meio dessa correria toda, coisas no mínimo inusitadas acabam acontecendo. Na semana passada, por exemplo, fomos gravar em um bar na Vila Madalena e algo bem curioso aconteceu por lá.

Já estávamos - como sempre - atrasados e faltava pouco pra que o bar abrisse. Era preciso correr. Enquanto gravávamos, rolava na varanda uma reunião entre o gerente e os funcionários. Porém, por conta da proximidade, o barulho que vinha da varanda acabava interferindo na gravação. Educado como só ele e percebendo nossas dificuldades, o gerente então se prontificou a levar a reunião pra uma salinha próxima ao depósito do bar, que fica na parte superior dele. Quando o Rafa terminava o seu depoimento, uns sons mais altos vindos lá de cima começaram a ser ouvidos cá embaixo. Na mesma hora, o Gustavo Godinho, um dos diretores, se virou pro Simpson, nosso competentíssimo produtor, e pediu que ele fosse até lá falar com o pessoal. Mas aqueles sons não eram como os que havíamos escutado minutos antes, quando a reunião ainda era na varanda. Era barulho de porrada, não de discussão simplesmente. E foi isso que eu tentei avisar ao Simpson antes que ele, sempre elétrico, desse um pulo de sua cadeira e fosse até lá fazer o que lhe pediu o Gustavo. Milésimos de segundo depois, volta ele, todo vermelho, apressado e com os olhos saltando da cara, avisando aos berros: "Galera, o pau tá comendo lá em cima e um dos caras pegou uma faca. Bora daqui AGORA!".

Não deu tempo. A confusão rapidamente desceu os degraus daquela escada e foi pro meio do bar, exatamente onde nós estávamos. O agressor, um funcionário que acabara de ser demitido, uma bicha bem grande e gorda, parecia possuído e não parava de gritar que não ia deixar barato e que aquela humilhação não ia ficar sem resposta. O agredido, o gerente da casa, foi levado pra uma sala por outros funcionários e lá ficou, trancado. A tensão era total. Ninguém queria deixar o cara subir e ir atrás do patrão, mas, ao mesmo tempo, quem é que tem coragem de se meter na frente de uma biba enorme, cega de ira e ainda armada com uma faca de açougueiro? E tinha os gritos de "eu mato você, seu velho filho de uma puta", a choradeira nervosa e todas as outras bad trips típicas de uma bafafá desses. E isso a poucos minutos de a casa ser aberta ao público e com um monte de equipamentos ainda lá dentro, porque nenhum de nós se preocupou em retirar nada além de nossas próprias peles dali do meio daquela doidice toda.

Finalmente o funcionário largou a faca. E quando tudo parecia se encaminhar pra um desfecho mais tranqüilo, eis que dá uma louca no cara e ele mete os peitos boteco adentro novamente. Simplesmente sur-tou. Foram necessários uns 4 outros funcionários pra segurá-lo e arrastá-lo - literalmente - pro meio da rua. Como nada é tão surreal que não possa ficar ainda mais absurdo, no instante em que a briga vai pro lado de fora do bar, do meio de um monte de curiosos surge o CQC Felipe de Almeida Andreoli, que almoçava num restaurante ao lado. E o pior é que ele queria que a gente gravasse aquela merda inteira. Porra, apesar de toda a bad trip, os donos da casa foram muito gentis, solícitos e compreensivos conosco desde o primeiro contato que foi feito. Seria uma puta sacanagem fazer isso com os caras. Ainda mais em se tratando de um caso isolado, coisa que acontece nas melhores famílias e nos melhores botecos, que é o caso daquele. O Felipe acabou se ligando nisso e nem insistiu. É bem gente boa aquele moleque também. Pouco depois, chegou uma das proprietárias da casa, que conseguiu finalmente acalmar a besta-fera e resolver, pelo menos momentaneamente, o quiprocó. Quanto a quem estava certo ou errado, não sei e não me interessa em nada saber. Como eu disse, o que aconteceu não diminui nem um pouco a qualidade do bar e das pessoas que nele trabalham. Merdas acontecem e pronto.

É isso, galera. Continuem votando e acompanhando tudo o que de novidade tá rolando em nossa campanha pelo site do Tatu.

E não se esqueçam de deixar seus comentários aqui e também no site oficial do concurso.

Continuo acreditando e contando demais com todos vocês. VAMOS VOTAR!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Um jogo de "merde"




A final da Copa do Mundo de 1998 me traz diversas lembranças. Boas ou ruins, não faz muita diferença. O que importa mesmo é que são lembranças bastante fortes, pois trata-se da única que tive oportunidade de assistir na mesma cidade em que foi disputada.

Naquele ano, eu ainda morava em Freiburg e por isso não estava distante mais do que 5 horas de carro de Paris. Sem grana pra ver no estádio um dos jogos, decidi que era obrigatório pelo menos estar lá se o Brasil chegasse à final, o que acabou acontecendo. Porém, como a grana continuou faltando, tive que abortar mais essa idéia. Quando já não via mais qualquer possibilidade de conseguir viajar até a capital francesa, eis que ocorre o que passo agora a contar:

Em Freiburg, o bar que eu mais freqüentava era o El Bolero, que, como sugere o nome, era um bar latino. Mas muitos alemães e outros não latinos passavam por ali também. Era lá que eu estava na véspera da final, assistindo à decisão do 3º lugar entre Holanda e Croácia. No meio do jogo, aparece o Sérgio, um amigo brasileiro; pouco depois, vem o Jorge, um camarada nosso argentino. Quem nos servia era a Charlotte, uma húngara muito gente boa e que andava com a gente e os demais da nossa galera. Tínhamos até um esquema com ela. Apenas um de nós pedia - e pagava - um chope. Os outros dois vinham "de brinde". Era sempre bem barato tomar uns porres no El Bolero.

Numa das vezes em que a Charlotte veio deixar a cerveja pra gente, o Jorge, na brincadeira, disse: "Charlotte, que tal ir a Paris para ver la final del Mundial?", e ela respondeu: "Por supuesto. Salgo a la medianoche". No começo achamos que ela também estava brincando, mas logo descobrimos que não, que era bem sério. Ela tinha carro e estava mesmo disposta a rumar pra Paris assim que terminasse seu turno. Sendo assim, cada um foi pra sua casa pegar uma trouxa de roupas, grana, escova de dentes etc. Combinamos que estaríamos à espera dela na porta do Bolero às zero horas em ponto.

Na hora combinada, os três estavam lá. Minutos depois, para a uns 20 metros de nós a coisa mais parecida com um carro gigante movido a fricção que já tinha visto na vida até ali. Quando já nos preparávamos pra começar a fazer piadas sobre aquela carroça, eis que a Charlotte sai de dentro dela e passa a fazer sinais pra irmos até onde estava.

Não dava pra acreditar que ela estava mesmo pensando em ir pra Paris ou pra qualquer outro lugar num troço daqueles. Mas o pior é que ela estava. Pior ainda do que isso, a gente acabou topando. Pegamos a estrada. A porra do carro era tão pequeno, que até eu, que tenho só 1,68m de altura, era obrigado a ficar em posição fetal lá dentro. O Jorge, imenso de gordo, foi na frente. O peso dele entortava o encosto do assento dianteiro, que só ia até o meio das costas e o fazia praticamente ficar deitado no colo do Sérgio. Esse, já meio coroa, pedia pra Charlotte parar o carro o tempo todo. Daí descia e ficava na beira da pista fazendo alongamentos. Dizia que precisava soltar os músculos e esticar as pernas. Parece que tinha uma bad trip qualquer no joelho ou outra merda assim. Só sei que a gente não andava. E mesmo em movimento a coisa não era muito melhor, não. Pra não forçar demais o motor - que era sempre esfriado com bastante água nas paradas pra exerícios do Sérgio -, a dona do carro não dava mais do que 80km/h nele. Na hora de escolher qual caminho fazer, ficamos sabendo que ela não tinha documento algum daquela joça. Já não era mais supresa alguma e também já tínhamos andado muito pra voltar. Então decidimos pegar a estrada velha, em mão dupla, porque nela o risco de sermos parados pela polícia seria bem menor. Vale a pena citar que apenas a Charlotte e eu estávamos legais naquele grupo. Jorge e Sérgio eram mais clandestinos do que qualquer confecção de chineses em São Paulo. Essa escolha aumentaria o tempo de viagem consideravelmente, mas não tínhamos alternativa. Era foda ser jogado pro acostamento toda vez em que éramos ultrapassados por um caminhão. Mesmo o vento já era capaz de levar aquele caixote com rodas pra fora da porra da pista. E quando já era manhã, era no mínimo divertido ver a cara das pessoas que passavam por nós. Todas elas tinham um olhar curioso, de quem se perguntava o que fazia aquele bando de húngaros com camisas e bandeira do Brasil, ou o que fazia aquele bando de brasileiros num carro da Hungria.

Quando a viagem já passava de sete horas - foram dez ao todo -, a motorista pediu arrego e tive que assumir a direção. Ela foi pro banco traseiro e, em segundos, apagou. Vendo aquilo, o Jorge começou a me pilhar pra pisar um pouco mais fundo no acelerador. Pedia ele: "Metele gas al coche, hombre! Ella no se va a despertar. Metele gas, o nunca más que llegamos a Paris". Fiz isso. O bicho berrava mais do que atriz pornô brasileira. Mas não tirei mais o pé. Entramos em Paris e peguei o viaduto que nos levaria até o centro, onde esperaríamos um amigo meu português que vive lá e que me hospedou em sua casa na primeira vez em que estive na cidade. No exato instante em que descia o viaduto, ouvimos um baita estouro vindo da parte traseira do carro, onde ficava o motor. Em questão de segundos, subiu uma fumaceira danada, que logo formou uma nuvem imensa. Pra nossa sorte, tinha um posto logo adiante. Eu estava na pista do meio e nem olhei pra ver se vinha algum outro carro atrás. Aproveitei que ainda estava no embalo da descida, joguei o carro com tudo pra direita e praticamente invadi o posto. Precisavam ver as caras dos frentistas e clientes que estavam ali. Neguinho não acreditou no que via. Quatro "brasihúngaros" a bordo de uma lata velha da Europa comunista enfumaçando o centro de Paris inteiro. Puta mico! Nem bem parei o carro e desci dele de um salto só. Fiquei morrendo de medo de que aquela porra fosse pegar fogo.

Depois de tomar um esporro da Charlotte, que se ligou na hora no que tinha ocasionado aquilo, fui com o Sérgio procurar um orelhão pra ligar pro Manel, meu amigo portuga. Ela e o Sérgio ficaram no posto pra tentar consertar o motor. Quer dizer, ela descolou umas ferramentas no posto e foi logo se enfiando debaixo do carro. O Jorge ficou só olhando mesmo. Um vexame completo pra raça masculina. Cerca de meia-hora depois, o Manel apareceu. Ele também não acreditou quando viu como a gente tinha viajado da Alemanha até Paris. Não era possível que tivéssemos chegado até ali naquela banheira. Acreditou menos ainda quando apareceu na sua frente uma naniquinha ruiva simpática e sorridente, com as mãos todas cagadas de graxa. Ainda hoje sinto vergonha do olhar que ele lançou sobre nós três.

Bom, sobre o jogo, não há muito o que falar. Foi tudo uma merda. Assistimos à partida por um telão na Champs Élysées, que estava completamente lotada. Rolou um puta porradeiro entre a polícia e os árabes, garrafa pra cacete voando, e, pra foder de vez com tudo, fazia um calor insuportável. Não deu pra ver o jogo direito. Foi tão ruim, que só fui saber que tinha sido 3 a 0 no outro dia, quando comprei o jornal e vi o corno do Petit ajoelhado e de braços abertos na primeira página, comemorando seu gol, o último daquela esculachada humilhante que os caras deram na gente. Foi bad trip pra cacete. Tudo o que rolou depois foi de chorar. Nada mais teve graça e eu só queria ir embora dali rapidinho. Mas não dava e tivemos que passar a noite num hotelzinho já fora dos limites de Paris.

Na volta, pra não perder o costume, fizemos merda novamente. Pegamos uma saída errada e fomos parar lá perto da Euro Disney, o que aumentou o tempo de viagem em uma hora em relação à ida. Só mais um detalhe dentre um monte de outros que fizeram daquela uma das experiências menos agradáveis que tive. Porém nada foi mais insuportável do que ter de aturar por onze longas horas o sorrisinho de satisfação do filho da puta do Jorge. E pensar que tudo isso só aconteceu por causa de uma brincadeirinha do maricon. É isso que se ganha por ir na onda de argentino.

Até a próxima, rapaziada.

E VAMOS VOTAR!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E assim nasceu o Gordinho Tenso


É incrível como alguns poucos segundos podem fazer toda a diferença na vida de uma pessoa, não? Comigo foi assim. Ainda me lembro daquela tarde ensolarada num domingo de primavera no Rio. Como acontece em praticamente todos os finais de semana da minha vida desde os 11 anos de idade, rumei pro estádio, onde pretendia apenas assistir e vibrar com meu time do coração, que naquela altura abandonara de vez a zona inferior da tabela e já começava a olhar com raiva e cobiça os adversários que estavam na parte mais alta dela. Vencer aquela partida era fundamental pras nossas pretensões. Como de costume, vesti a armadura oficial, peguei uma gelada no congelador e parti, certo de que seria "apenas" mais um domingo vitorioso, como tantos outros que havia tido até ali. Mas uma pequena surpresa estava guardada pra mim naquele dia.

Chegando ao estádio, nada de diferente do usual aconteceu. A mesma correria da PM, que sai descendo o cacete em quem vê pela frente, não querendo saber se todos ali são mesmo arruaceiros ou não, o mesmo perrengue nos transportes públicos do Rio de Janeiro, a mesma falta de respeito com o torcedor por parte dos organizadores dos jogos, o mesmo derrame de ingressos falsos e o mesmo empurra-empurra grotesco na hora de atravessar as roletas, geralmente em número muito menor do que o necessário em jogos desse porte. Enfim, tudo transcorria dentro da mais completa normalidade. Já dentro do estádio, a mesma coisa. Lá fui eu caçar um lugarzinho onde pudesse assistir à partida da única forma que me parece ser possível ver um jogo de futebol: em pé. Pra isso, entretanto, busco sempre um ponto em que não atrapalhe absolutamente ninguém, visto que normalmente vou de arquibancada, como demanda a cartilha do torcedor verdadeiro. Apesar de já estar próximo do início da partida, nem foi complicado achar um bom lugar. Pouco depois de instalado, tem início a batalha.

As coisas até que iam bem, com meu time dominando o adversário e vencendo por 1 a 0. Não faltavam mais do que 10 minutos pro fim da partida, quando o filho da puta do árbitro inventou um pênalti a favor dos caras. Fiquei absolutamente possesso e dei vazão a toda minha ira, chegando inclusive a dar um tapa no parapeito que me separava do gramado, o que me rendeu um corte num dos dedos e um inchaço na mão, que durou quase todo o resto da semana. Ainda bem que sou canhoto, pois a porrada foi dada com a mão direita. Os palavrões saíam aos montões e foi preciso muito equilíbrio pra não invadir o campo naquela hora. Mas não tinha jeito. O pênalti estava dado e nada mudaria aquele fato. As esperanças estavam agora todas nas mãos do nosso goleirão. E foi justo nesse instante que veio de dentro de mim um berro incontido e estrondoso, que fez-se ouvir em todo o estádio. Era um berro de incentivo ao nosso arqueiro; o guardião da nossa baliza e das nossas cores, o único homem dentre todos os presentes que poderia nos salvar daquele fim trágico. E ele não nos decepcionou. Com um vôo certeiro e bem rente ao solo, espalmou pra fora a bola bem chutada pelo batedor. Era a certeza da vitória e de que estávamos mais do que nunca na briga por aquele título. Não pude mais me conter. Em vez de tapas no parapeito, socos no tórax; em vez de xingamentos ao árbitro, xingamentos à torcida derrotada.

O lance ainda não tinha se acabado completamente. Ainda havia um escanteio a ser cobrado. Mas nosso herói e redentor subiu lá no 10º andar, soberano, agarrou a bola e desceu calma e serenamente com ela colada junto ao seu peito, dando paz a todos os que estavam ali a torcer por ele. Foi só nesse momento que pude enfim relaxar. E ao fazê-lo, reparei que havia uma equipe de reportagem da Globo bem diante de mim. O cinegrafista, um negão que poderia muito bem ser o quarto-zagueiro de qualquer um dos dois times em campo, apontava aquela câmera pra minha cara e ria exaustivamente. De costas pro lance e meio que sem entender nada do que acontecia, o repórter virou-se pra ele e perguntou: "Mas do que é que você tanto ri?", ao que respondeu o negão: "Cara, tu vai ver na edição. É sensacional!".

Eu estava bem próximo ao gramado, então foi fácil entender tudo o que diziam. Eu só não entendia o que poderia haver assim de tão sensacional num gordinho baixola se esgoelando pelo seu time. Mas pensei comigo: "Bom, amanhã vou aparecer no Globo Esporte". E de fato apareci. Apenas não contava que os caras fossem fazer de mim um personagem de destaque na matéria, com direito a fusão de imagem na hora do pênalti defendido e o cacete. Contava menos ainda que a partir daquele momento essa imagem fosse se tornar parte integrante de praticamente todas as matérias relacionadas àquele mesmo goleirão e ao título que terminamos por conquistar ao fim do campeonato. Até na festa de entrega do prêmio aos campeões e no DVD oficial do clube ele apareceu. De um momento pro outro, passei a fazer parte de uma forma um pouco mais direta do que a habitual de um dos maiores momentos da História do meu clube e da minha própria História como torcedor. Não poderia haver maior recompensa, certo? Errado!

Como eu disse na frase que abre esse post, alguns segundos são suficientes pra mudar de vez a vida de uma pessoa. Quis o destino que os mesmos caras que produziram o DVD oficial daquela conquista fossem os escolhidos para criar para a Petrobrás um concurso que escolherá o Torcedor do Brasileirão Petrobrás 2010, o qual dará ao vencedor a oportunidade de viajar Brasil afora, passando pelas cidades e regiões do País onde acontecerão jogos do campeonato, com a missão de mostrar ao público que assistirá aos programas como se comportam e reagem os torcedores dos 20 times participantes. Além disso, caberá a ele também apresentar um pouco da cultura, dos costumes e das curiosidades de cada um dos lugares visitados. Será uma verdadeira viagem ao redor do Brasil feita sob a ótica mais brasileira que pode existir: a do futebol. Será um programa perfeito praqueles que, como eu, são completamente loucos por esse esporte e também pros que não são tão fãs assim, pois esses terão a oportunidade de entender a razão de a bola exercer um fascínio tão absurdamente grande nos corações e mentes de milhões de pessoas aqui e no resto do mundo. Por conta disso, de hoje até o fim dessa jornada louca e deliciosa, o Histórias do Tatu trará uma série de "causos" futebolísticos vividos por mim mesmo nos mais diversos estádios e campos de várzea em qua já estive ao longo desses quase 25 anos de total devoção ao nobre esporte bretão. Não deixem de acompanhar. Vocês certamente irão se divertir à vera com o que lerão aqui.

Ah!, e como não poderia deixar de ser, aproveitem pra conhecer um pouco mais dessa minha face torcedora clicando Aqui. E pra votar, clique bem Aqui.

Então é isso, rapaziada. Conto com a ajuda de vocês pra ganhar essa parada. Não deixem de votar, por favor. Com todo respeito aos outros 3 candidatos, não tem ninguém mais a fim e mais gabaritado pra embarcar nessa do que eu. Podem conferir.

Abs!

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